Palestras In Company

O que sua equipe faz quando
ninguém está olhando.

Cinco palestras construídas a partir de erros reais de gestão, não de teorias de livro. Para empresas que exigem uma cultura que se sustente mesmo quando o líder sai da sala.

5 palestras de até 1h30 de duração cada

Sua empresa contrata pelo currículo.
Demite pelo comportamento.

Os profissionais percebem a incoerência. Eles ouvem o que é dito nas reuniões de diretoria e medem contra o que é tolerado no corredor.

Quando a distância entre o discurso e a prática vira a régua da empresa, os melhores talentos começam a sair. Não por salário. Por não acreditarem mais.

"O que destrói equipes não é a falta de treinamento técnico. É a distância entre o que se prega na reunião e o que se pratica no corredor."

Rotatividade que não fecha

Profissionais tecnicamente capazes saem porque não encontram sentido no trabalho, não porque receberam proposta melhor.

Cultura que não desce da liderança

O líder anuncia os valores da empresa. A equipe observa o que ele faz quando ninguém está olhando. E escolhe o que imitar.

Por que estas palestras são diferentes

Trincheira antes de palco

A maioria das palestras corporativas entrega conceito. O palestrante leu o livro, organizou os slides, fez a pesquisa. Cleverson fez diferente: foi o gestor que treinou habilidade e ignorou caráter, e teve que assumir o prejuízo da própria escolha. É essa cicatriz que vai pro palco antes do conteúdo.

Isso muda o peso do que é dito. Não é teoria aplicada a caso de terceiro. É diagnóstico feito por quem viveu o erro que está descrevendo. O peso disso não passa despercebido pela equipe que ouve.

O conteúdo das cinco palestras foi construído a partir de uma sequência que poucos programas de treinamento corporativo ensinam: caráter primeiro, habilidade depois. Não porque seja uma postura mais bonita. Porque sem essa sequência, o que você treina vira arma na mão errada.

01

O Profissional do Futuro

"Não se contrata por currículo; se recruta caráter e se treina o diploma."

O mercado está extinguindo cargos mais rápido do que inventa nomes para os que vêm depois. Conteúdo para quem quer atravessar a transição sem ficar para trás, pois tratamos do que sustenta um profissional e uma organização quando a credencial deixa de proteger: caráter, disposição e as habilidades de governo que nenhuma máquina substitui.

  • Por que o RH herdou um modelo que o mercado não usa mais
  • O perfil que as empresas dizem não querer e contratam toda vez
  • Soft skills como habilidades de governo, não competências leves
  • Disposição e disponibilidade: o que o mercado contrata e o que ele precisava
02

Cultura Organizacional

"A cultura engole a estratégia no café da manhã."

— Peter Drucker

Toda organização tem dois conjuntos de valores: os que declara e os que pratica. Quando os dois não batem, a equipe segue o segundo e ignora o primeiro. Falamos sobre a distancia entre cultura descrita e a cultura vivida, e de por que ela nasce do comportamento da liderança, não da pesquisa de clima. Construído em parceria com Dell Consultoria.

  • A diferença entre cultura e clima: o que se mede na pesquisa e o que se vê no cafezinho
  • Por que cultura nasce de cima e não da opinião do quadro
  • Os três comportamentos que definem qualquer cultura: o que se encoraja, o que se desencoraja, o que se tolera
  • Quando a cultura escrita na parede vira anti-marketing dela mesma
03

Embaixada do Reino

"Sua empresa não é seu feudo; é Embaixada do Reino na Esfera dos Negócios."

A maior parte dos empresários cristãos opera com uma divisão silenciosa: a fé num dia da semana, o CNPJ nos outros seis. Tratamos do que muda quando a empresa deixa de ser propriedade pessoal e passa a ser administrada como embaixada do Reino. Para o empresário que cansou de separar fé pessoal de operação empresarial.

  • Por que governar uma empresa é exercício de mordomia, não de posse
  • O que muda quando a fé deixa de ser plano de fuga e vira plataforma de operação
  • O preço cultural de tratar o CNPJ como feudo
  • A diferença entre estar disponível para Deus e estar disposto
04

Inteligência Espiritual no Trabalho

"Nem tudo o que conta pode ser contado, e nem tudo o que pode ser contado conta."

— Albert Einstein

Grandes decisões de carreira e de equipe costumam ser tomadas com base no que cabe na planilha: salário, cargo, benefício. Mas parte do que vai contar a longo prazo não cabe em planilha alguma. Tratamos a inteligência que distingue o que conta do que pode ser contado. Construído em parceria com Adeildo Nascimento, autor de Inteligência Espiritual no Mundo do Trabalho.

  • O que conta versus o que pode ser contado: a distinção que define grandes decisões
  • Por que adoecimento corporativo nasce da ausência de inteligência espiritual no topo
  • Necessidade básica e vocação: por que a primeira não anula a segunda
  • Temperança como competência de carreira
05

A Forja da Liderança

"Líder que não inspira e confronta na sala, perde no corredor."

A maior parte dos programas de liderança treina habilidade: comunicação, gestão, feedback. Mas habilidade na mão de alguém sem caráter formado vira competência mal usada, e o custo aparece anos depois, na decisão difícil. Esta palestra parte da experiência do projeto A Forja e propõe a inversão do eixo de formação: caráter primeiro, vocação segundo, operação por último.

  • Por que treinar habilidade antes de caráter é arma na mão errada
  • A ordem inegociável: caráter, vocação, operação
  • O que separa o líder formado do líder promovido
  • A diferença entre conferencista e mentor de trincheira
Cleverson Souza — fundador da ADS, Governança do Reino
A voz por trás do conteúdo

Cleverson Souza

Empresário cristão com mais de duas décadas de experiência em gestão, liderança e treinamento. Ensina o que errou antes de ensinar o que acertou.

Conhecer o Mentor

Ensina só o que aplica

Cleverson aplica caráter como filtro de contratação na própria empresa, antes de qualquer prova técnica. Foi assim que recrutou líderes que continuam ativos anos depois, construindo o próprio caminho no Reino. Ensina só o que aplica. É o único tipo de conteúdo que chega com peso real no palco.

Pele em risco antes do palco

Em campo missionário no Sertão e em Moçambique, passou orientação comercial real para empreendedores locais. Sem sala, sem slides, sem contrato. O retorno veio em forma de contratos fechados nas semanas seguintes, com o que ouviram. É o único indicador que importa: o que a pessoa faz depois que você saiu da sala.

Prestação de contas ativa

Antes de ser empresário, Cleverson foi funcionário que inflava despesas de viagem e roubava horas do empregador. Ele conta isso em palestra, com detalhe. Não como confissão performática. Como diagnóstico: quem não foi auditado por dentro não tem autoridade para falar de cultura para fora.

Ajuste Tático e Agendamento

Conteúdo de quem viveu,
não de quem leu.

As ementas acima formam a base de excelência destas palestras. O conteúdo final é sempre ajustado taticamente para o seu cenário, tornando a sessão milimetricamente aderente aos desafios e ao momento atual da sua liderança.

Disponível para empresas, eventos corporativos e igrejas. Entre em contato com a assessoria para verificar a agenda, realizar o diagnóstico e garantir um conteúdo que gera mudança de postura, não apenas motivação passageira.